Em atividade desde 2001, a Escola Profissional do Vale do Tejo (EPVT) é resultado da realização de um estudo estratégico de desenvolvimento para a região de Santarém, no qual foi identificada a necessidade de implementação de uma escola profissional, que formasse técnicos para as empresas próximas.

O trabalho em parceria e colaboração com as empresas está, por isso, na génese do projeto educativo da EPVT, em Santarém, situando-se a escola no centro histórico da cidade, junto à Igreja da Graça.

A EPVT é a única escola profissional do país com uma estrutura acionista, constituída por 28 entidades, da qual fazem parte as maiores empresas da região, a Associação Empresarial da Região de Santarém NERSANT, associações culturais, instituições de solidariedade social e duas instituições de ensino superior. Desde sempre, existiu uma enorme interatividade entre a escola, o meio empresarial local e toda a comunidade envolvente.

A escola foi constituída com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento socioeconómico da região, através da formação de quadros técnicos intermédios altamente qualificados, carência sentida por muitos dos empresários estabelecidos nesta área geográfica. Podemos, assim, afirmar que a EPVT foi pensada para a região e procurou, desde o início, assumir-se como parceira empenhada em contribuir para o desenvolvimento regional, através da formação e fixação de jovens técnicos qualificados.

A EPVT exerce a sua influência geográfica, principalmente, nos concelhos de Santarém, Almeirim, Cartaxo, Azambuja, Chamusca, Rio Maior e Alpiarça.

A EPVT é hoje uma escola de referência na qualidade de ensino na região, sendo um parceiro ativo das empresas e da sociedade civil. Consciente de que um dos motivos do seu sucesso e uma das caraterísticas mais marcantes da escola é o seu ambiente familiar, o atendimento personalizado e o respeito pelos ritmos de aprendizagem de cada aluno, a EPVT sempre procurou que o seu crescimento fosse sustentado e equilibrado, de forma a não desvirtuar o projeto educativo que a identifica.

Com base neste pressuposto, através de um trabalho cuidadosamente planeado, e mantendo um diálogo ativo com os agentes económicos, autarquias e todas as forças vivas da sociedade, a escola tornou-se num pólo de desenvolvimento e dinamismo de toda a região. Assim conquistou alunos, encarregados de educação, empresários, a comunidade e sociedade civil.